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Metrô de SP anuncia corte nos salários dos funcionários e revolta categoria

Os salários dos funcionários do Metrô de São Paulo, referente ao mês de julho, serão reduzidos em 10%. É o que informou a Companhia em um comunicado enviado aos trabalhadores.

Segundo o Metrô, a principal motivação para reduzir os salários dos trabalhadores foi a queda na arrecadação, que diminuiu drasticamente por causa do isolamento social, motivada pela atual crise sanitária que o Brasil e o mundo atravessam.


Por sua vez, o Sindicato dos Metroviários convocou uma assembleia, marcada para ocorrer na próxima segunda-feira, dia 27 de julho, para discutir com a categoria os cortes salariais realizados pela companhia.

Também na segunda-feira, está marcada uma audiência entre o Metrô de São Paulo e os representantes da categoria, que também reivindicam a prorrogação do atual acordo coletivo, que expirou em abril deste ano.

Em nota, o Metrô informou que mesmo transportando 35% da demanda comum de passageiros “conseguiu manter a oferta de trens em até 100%, de acordo com a demanda, e honrou os salários e benefícios dos funcionários integralmente ao longo destes 4 meses”.

A empresa estatal ainda afirmou que “vai pagar 90% do salário de julho dos funcionários, com o restante sendo pago assim que houver receita”.


Caso os dois lados não entrem em acordo o Sindicato dos Metroviários promete cruzar os braços na terça-feira, dia 28. Com isso, paralisando as atividades nas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata, que são operadas pela companhia. Já as linhas 4-Amarela e 5-Lilás são gerenciadas pela iniciativa privada e, por isso, não devem ser afetadas.

Confira abaixo o comunicado enviado pelo Metrô de São Paulo aos seus funcionários:

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Aílton Donato

Cristão, paulistano, técnico em manutenção automotiva, empreendedor digital, criador dos perfis CPTM da Depressão e Metrô SP Depressivo nas redes sociais e do site Via Coletivo. Sonoplasta nas horas vagas e apaixonado por Mobilidade Urbana, em especial pelo sistema sobre trilhos.