Metroviários não são culpados pelo atraso na operação do Metrô, diz Sindicato

O Sindicato dos Metroviários se eximiu da responsabilidade pelos atrasos na reabertura das estações do Metrô de São Paulo, após o cancelamento da greve que estava prevista esta terça (28).

Mesmo com o cancelamento da greve, as estações não abriram no horário correto, às 04:40, o que causou transtornos e grandes aglomerações de usuários.


O cancelamento da paralisação ocorreu durante a madrugada de terça, quando a categoria decidiu aceitar a proposta feita pelo Secretário de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy.

Segundo a categoria, o secretário só procurou o sindicato após as 23h de segunda-feira (27), quando os trabalhadores já tinham confirmado a paralisação para esta terça (28).

Com isso, o sindicato organizou uma assembleia emergencial para discutir as propostas. A reunião terminou às 01h16, onde 1,734 trabalhadores votaram e 79,66% optaram pelo cancelamento da greve, conforme informou o Via Coletivo em primeira mão.

O sindicato alegou que desde março tem procurado o governo e a direção do Metrô para dialogar e pedir a prorrogação do atual acordo coletivo.


Segundo o sindicato, em uma audiência de conciliação, realizada na segunda (27), o secretário Alexandre Baldy não se manifestou sobre a aceitação do pedido da categoria e ignorou muitas oportunidades para negociar com os trabalhadores.

Todas as estações do Metrô só foram reabertas às 07h34.

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David Molina

David Molina

Paulistano, budista, fotógrafo, entusiasta do transporte público, editor dos perfis CPTM da Depressão e Metrô SP Depressivo no Facebook.

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