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Metrô SP rompe mais um contrato para obras da Linha 17-Ouro do Monotrilho

O Contrato entre o Metrô de São Paulo e a Constran Internacional Construções para obras da Linha 17-Ouro do Monotrilho foi rompido após decisão em segunda instância do Tribunal de Justiça de São Paulo.

As informações foram publicadas pelo Metrô de São Paulo na edição do Diário Oficial deste sábado, dia 29 de agosto.


A Constran era responsável pela construção do futuro pátio Água Espraiada, e as estações Congonhas, Brooklin, Jardim Aeroporto, Vereador José Diniz, Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan. A empresa também teria que fazer o recapeamento e a ciclovia da Avenida Jornalista Roberto Marinho.

Atualmente, a construção da Linha 17-Ouro tem cinco contratos assinados, um para o pátio de manutenção, três para construção de nove estações, e outro para a aquisição de trens, vigas e sistemas de sinalização.

A Constran assumiu as obras após o Metrô de São Paulo romper com a empreiteira Andrade Gutierrez em 2019 e realizar outra licitação.

A principal alegação para o rompimento do contrato na época foi a de que a empresa estava conduzindo as obras em ritmo lento.


Após o Metrô declarar a Constran vencedora do edital as concorrentes Coesa Engenharia Ltda. e Consórcio Paulitec-Sacyr, recorreram da escolha.

Alegando irregularidades na contratação, a Coesa moveu uma ação na justiça, que foi aceita pelo TJ, que por sua vez afastou a Constran em primeira instância.

Diante disso, a Constran recorreu, mas a Justiça manteve a decisão em segunda instância, levando o Metrô de São Paulo a romper o contrato.

Com isso, uma nova licitação para definir uma empresa ou consórcio para estes serviços deve ser lançada pelo Metrô de São Paulo.

Sobre a Linha 17-Ouro

A futura Linha 17–Ouro será uma linha do Metrô de São Paulo que utilizará a tecnologia Metrô Leve, um sistema de monotrilho. A linha será operada pela ViaMobilidade, empresa que já opera a Linha 5–Lilás do Metrô de São Paulo.


A linha 17-Ouro ligará a Estação Morumbi, da Linha 9–Esmeralda da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) à Estação Congonhas, ligando ao aeroporto que ficará próximo à estação, passando também pela Linha 5–Lilás. A linha terá uma demanda aproximada de quinze mil passageiros por hora em cada sentido.

O início de suas operações, inicialmente prometido para 2013, passou para 2014, depois para 2016, final de 2017, 2018 e final de 2019. Atualmente, a previsão é que as obras sejam concluídas até o final de 2022.

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Aílton Donato

Cristão, paulistano, técnico em manutenção automotiva, empreendedor digital, criador dos perfis CPTM da Depressão e Metrô SP Depressivo nas redes sociais e do site Via Coletivo. Sonoplasta nas horas vagas e apaixonado por Mobilidade Urbana, em especial pelo sistema sobre trilhos.