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Alexandre Baldy não deve retornar ao comando da STM após ser preso pela operação Lava-Jato

Alexandre Baldy não deve retornar à secretaria de transportes metropolitanos do estado de São Paulo. É o que informou uma matéria do jornalista Lauro Jardim, publicada no site O Globo nesta sexta-feira, dia 4 de setembro.

Baldy está afastado do cargo desde o dia 6 de agosto, após ser preso pela Polícia Federal em uma nova fase da Operação Lava-Jato. Em uma residência, ligado ao secretário, localizada em Brasília, foram apreendidos R$ 90 mil em espécie.


Ele é apontado por atos suspeitos antes de assumir a pasta no governo de São Paulo quando foi deputado federal pelo estado de Goiás e ministro das Cidades no governo do ex-presidente Michel Temer.

Segundo a investigação, ele usou da influência dos dois cargos para intermediar contratos e desviar recursos da Saúde, sobre os quais ganharia um percentual.

Um dia depois de sua prisão, Alexandre Baldy foi solto pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes, após sua defesa recorrer a suprema corte.


Após todo o ocorrido, o secretário foi afastado pelo governo de São Paulo pelo período de 30 dias para poder se defender das acusações. O prazo de afastamento se encerra no próximo domingo, dia 6 de setembro.

No lugar de Baldy, na secretaria de transportes, entrou Paulo José Galli, que era o segundo na hierarquia da pasta. Galli ocupava a função de secretário executivo. Segundo o governo de São Paulo, ele iria assumir a pasta temporariamente.

Caso Baldy não retorne de fato ao comando da pasta, Galli tem grandes possibilidades de ser efetivado no cargo. Paulo José Galli é formado em Gestão Financeira e já foi gerente geral da Caixa Econômica Federal.

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Aílton Donato

Cristão, paulistano, técnico em manutenção automotiva, empreendedor digital, criador dos perfis CPTM da Depressão e Metrô SP Depressivo nas redes sociais e do site Via Coletivo. Sonoplasta nas horas vagas e apaixonado por Mobilidade Urbana, em especial pelo sistema sobre trilhos.