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Licitação para conclusão da Linha 17-Ouro do monotrilho é suspensa novamente

O contrato entre o Metrô de São Paulo e a empresa Constran Internacional Construções S/A para a conclusão das obras da Linha 17-Ouro do monotrilho foi suspenso mais uma vez.

A decisão foi publicada na edição do Diário Oficial desta terça-feira, dia 15 de setembro, em cumprimento a uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.


A Constran assumiu as obras após o Metrô de São Paulo romper com a empreiteira Andrade Gutierrez em 2019 e realizar outra licitação.

A empresa seria responsável pela construção do pátio Água Espraiada, e as estações Congonhas, Brooklin, Jardim Aeroporto, Vereador José Diniz, Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan. A empresa também teria que fazer o recapeamento e a ciclovia da Avenida Jornalista Roberto Marinho.

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Após a Constran ser declarada vencedora da licitação em 2019, oferecendo o menor preço para tocar as obras, as concorrentes Coesa Engenharia Ltda. e Consórcio Paulitec-Sacyr recorreram da decisão e alegaram irregularidades no processo licitatório.

No final de agosto, conforme mostrou o Via Coletivo, o Metrô de São Paulo já tinha comunicado o rompimento do contrato.

A Constran recorreu duas vezes, mas a decisão foi mantida em segunda instância pela 15ª Vara da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.


Atualmente, a construção da Linha 17-Ouro tem cinco contratos assinados, um para o pátio de manutenção, três para construção de nove estações, e outro para a aquisição de trens, vigas e sistemas de sinalização.

Sobre a Linha 17-Ouro

A Linha 17-Ouro será um ramal do Metrô de São Paulo que utilizará a tecnologia Metrô Leve, mais conhecida como monotrilho. A linha será operada pela ViaMobilidade, empresa que já opera a Linha 5-Lilás do Metrô.

A linha 17-Ouro ligará a futura estação Congonhas com a Estação Morumbi, fazendo integração com a Linha 9-Esmeralda da CPTM no local. O ramal também terá integração com a Linha 5-Lilás.

A expectativa é de que a linha transporte uma média de quinze mil passageiros por hora em cada sentido.

O início de suas operações foi prometido para 2013, passado para 2014, depois para 2016, final de 2017, 2018 e final de 2019. A última previsão era de que as obras seriam concluídas no final de 2022, mas certamente está será só mais uma promessa.

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Aílton Donato

Cristão, paulistano, técnico em manutenção automotiva, empreendedor digital, criador dos perfis CPTM da Depressão e Metrô SP Depressivo nas redes sociais e do site Via Coletivo. Sonoplasta nas horas vagas e apaixonado por Mobilidade Urbana, em especial pelo sistema sobre trilhos.